PARCERIA ASSEGURA ATENDIMENTO EDUCACIONAL HOSPITALAR E DOMICILIAR A CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Para assegurar à criança e ao adolescente em tratamento de saúde o direito à educação, a Secretaria da Educação de Itabuna (SEC), a Santa Casa de Misericórdia Itabuna (SCMI) e o Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC) lançaram, na tarde desta quarta-feira (24), no Hospital Manoel Novais, o programa de Atendimento Educacional Hospitalar e Domiciliar (AEHD). Na oportunidade, foi anunciada a retomadas das atividades na brinquedoteca localizada na enfermaria pediátrica do hospital.
Presente no evento, a secretária da Educação, Anorina Smith Lima, falou sobre a participação da gestão municipal nesse projeto e da importância desse trabalho de atendimento às crianças hospitalizadas. Segundo ela, esse trabalho educacional se dará através de professores cedidos pela SEC, que irão acompanhar o currículo pedagógico da criança, assegurando a ela o direito à educação. O provedor da Santa Casa, Eric Ettinger Júnior, avaliou o momento como muito importante, por se tratar de uma parceria envolvendo três instituições e que irá impactar numa melhora ao tratamento das crianças internadas.
Eric ressalta que a Santa Casa é um patrimônio da cidade e que a união com o executivo e com as instituições filantrópicas é fundamental para construir uma Itabuna melhor. “Só posso ver com bons olhos a forma como estamos sendo tratados pelo poder público municipal, pois temos contado com o apoio irrestrito dessa atual administração do município, através do prefeito Fernando Gomes, da secretária de Saúde, Lísias Miranda, e da Educação, Anorina Lima”, destacou o provedor.

A coordenadora do AEHD, Maria Rita Prudente, comenta que esse atendimento já vem acontecendo há algum tempo com as crianças e adolescentes do GACC e que, a partir de agora, será estendido às crianças ligadas a pediatria do hospital Manoel Novais. Para a coordenadora do GACC, Tereza Cristina Cardoso Fonseca, o AEHD é uma forma da comunidade se unir de modo a garantir o direto das crianças hospitalizadas. “Não tem como pensar no atendimento de uma criança sem pensar na sua totalidade que é garantir esse direito que ela tem de brincar, de aprender e de ser criança. Por isso, para tornar viável e assegurar esse direito é fundamental parcerias como essa”, conclui a coordenadora do GACC.

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