MINHA NOTA DE REPÚDIO À SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE ITABUNA!!!

"Passei por momento complicado no atendimento do Hospital Manoel Novaes. Minha filha Recém-nascida, Eloisa, estava toda roxa com dificuldade para respirar, fui até o hospital numa situação de emergência e tive o atendimento negado inicialmente por conta da Greve. Depois de muita confusão, minha filha foi atendida. Quem precisava de serviço médico naquele hospital estava sendo transferido para Ilhéus. Talvez tenha sido atendido porque estou vereador, porque fui agraciado recentemente com uma comenda da mesma instituição. Mas não é justo que o tratamento de saúde, serviço essencial, seja negado as pessoas. É um atentado contra a dignidade da pessoa que tem que ficar mendigando o que é de direito. A maior homenagem que alguém pode prestar a um cidadão ou uma instituição é realizar a sua função social". (Palavras do pai da criança)

NOTA DE REPÚDIO
A mãe e um pai levam sua filha de um mês e dez dias às pressas para ser atendida e medicada independente de ser filha de Vereador ou não, trata-se de uma criança um ser humano e merece respeito e pelo fato de ser criança merece prioridade no atendimento, independentemente de estar de greve ou não. Pelo fato de estarem em greve não poderiam de maneira nenhuma fazer pouco caso de uma paciente indefesa. Eu qualifico essa atitude irresponsável como uma atitude de monstruosa de funcionários que estão ali não pelo amor ao trabalho, não pelo amor ao próximo, não pelo amor em salvar vidas mas polo ao dinheiro. Me dói no coração, pelo fato de ser avô e pai e pensar que se uma filha de um representante da nossa cidade ter passado por essa aflição e falta de respeito poderia acontecer comigo ou com qualquer outra pessoa independentemente de status social.

Antes que essa monstruosidade venha a se repetir (que aliás o Hospital Manoel Novaes é corriqueiro no quesito péssimo atendimento), essas pessoas precisam ser identificadas e punidas. E seus nomes tem que serem expostos em redes sociais para toda população ver e saber com que tipo de gente estamos lidando. Imaginem o desespero de uma mãe ao levar sua filha (o) a um hospital e pessoas indignas de serem chamadas de enfermeiras ou médicos fazerem pouco caso? É bem assim que as coisas funcionam.

Estou a fazer essa nota, porque sou cidadão, me compadeço com a dor do outro e nunca vou perder minha sensibilidade e solidariedade como pai e avô e como ser humano. Que esperar de um hospital é esse? Que pessoas são essas? Que colocam para lidar com o público, que já está tão calejado com seus sofrimentos existenciais e físicos? Onde está o amor ao próximo? Quando nos calamos diante de uma situação dessas, banalizamos uma de nossas maiores riquezas, que é a saúde. Onde está o respeito com o próximo?

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