FACÇÕES COMANDAM O MAIOR PRESÍDIO DO PAÍS. E COM AVAL DA JUSTIÇA

O juiz responsável pela prisão diz que "acordo de paz" pôs fim à violência. Lá dentro, as facções fornecem alimentos e itens de higiene aos detentos.
Na maior penitenciária do país, a superlotação é o menor dos problemas. Encravado no coração da capital gaúcha, a oito quilômetros da sede do governo estadual, o Presídio Central de Porto Alegre, recentemente rebatizado de Cadeia Pública, abriga mais de 4.600 detentos em um espaço onde não deveria haver mais de 1.900. As celas ficam permanentemente abertas. Não há chaves. Nem grades. Os presos circulam livremente pelas galerias e, noite e dia, ditam as regras. O descontrole das autoridades é tamanho que o próprio juiz encarregado de fiscalizar o presídio, Sidiney José Brzuska, admite: quem manda por lá são as facções criminosas. (Veja)

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