O CENTRO COMERCIAL DE ITABUNA PEDE SOCORRO

Expressar uma opinião sobre determinado tema, ou sobre uma situação que incomoda, e que absolutamente não concordamos, é muito difícil, e até mesmo perigoso, quando estamos sob o jugo político de forças políticas que não discutem abertamente com a população os assuntos municipais. Isso porque naturalmente surgem logo os especuladores de plantão para dizer que estamos em função de algum projeto de outros grupos políticos. Mas mesmo assim, algumas coisas devem ser ditas, independente da opinião de quem não concorda com a nossa, porque é da prerrogativa da democracia. O Centro comercial de Itabuna é uma verdadeira favela a céu aberto. É tamanha a confusão e a sujeira daquilo ali, que parece que estamos numa Babilônia, com alguns ingredientes a mais na história. Quem ali trabalha e quem por ali passa, e além disso, quem consome os produtos em venda no local, não merece tanto desprezo e tanta desorganização.

Politicamente não temos nada contra ninguém, até porque não somos candidato a nada para que alguém possa nos acusar de nada. Aliás, nem conhecemos inclusive quem é o responsável no município pela administração daquele importante espaço comercial de nossa cidade. Do mesmo modo, somos plenos defensores da geração de emprego e renda, do mundo do trabalho, como várias pessoas estão fazendo naquele espaço, criando seu sustento e de suas próprias famílias.


O que literalmente não concordamos é com a falta de organização, porque cartão-postal da cidade não são apenas as Praças, e os jardins. O centro comercial é um grande cartão-postal para todos, e todo mundo sabe muito bem disso. Então alguém deve pensar numa solução viável para pelo menos padronizar e organizar os boques e as barracas, porque convenhamos daquele jeito que está, nem feirantes e comerciantes locais concordam.Todos os cidadãos itabunenses querem e esperam que a Prefeitura Municipal e seus responsáveis possam apresentar a solução para acabar com aquela situação que mais parece uma favela a céu aberto. Esperamos que de fato possa ser feito alguma coisa nos próximos quatro anos para resolver esse problema de nossa cidade. Porque entendemos que aquele problema pode ser resolvido, sem que necessariamente nenhum barraqueiro ou feirante seja enxotado, e fique ao Deus dará..., sem emprego e sem renda suficiente para sobreviver economicamente.

Nenhum comentário: