NOTA

Nós professores tivemos muitas decepções com a professora Dinalva Melo na Secretaria de Educação. Mudou o governo e Fernando Gomes usa uma assessora técnica do sindicato dos professores como secretária, logo ela que supostamente defendia os direitos dos professores nas entidades sindicais que fez parte e por último sendo assessora do Simpi. Anorina é presidente de honra do Conselho Municipal de Educação, órgão independente da Prefeitura, ou seja, ela era estilingue e virou vidraça, porém, junto com ela levou algumas companheiras de sindicato que estão "ajudando-a" na secretaria sem serem nomeadas, mas, ainda fazem parte do sindicato, resumindo, o sindicato está relacionado a secretaria e vice versa, deixando assim o professorado órfão.

Uma dessas companheiras de luta do sindicato, além de ser sindicalista, representa o sindicato no Conselho Municipal de Educação, faz parte do Conselho de Alimentação Escolar, que fiscaliza a alimentação servida aos alunos e as condições em que essa alimentação é preparada. Fora isso ela ainda está (ou estava) em sala de aula e agora "ajuda" a Secretária dentro da Prefeitura. O que precisa ser esclarecido é: uma professora que faz parte do sindicato, faz parte do CME, faz parte do CAE (todos órgãos que fiscalizam as ações do município na parte da educação) e ainda ministra aulas (será????), agora serve a Anorina. Seria o caso de acender uma vela para deus e outra pro diabo? Como uma profissional da educação, eleita para o sindicato, indicada para o Conselho Municipal de Educação, atuar no Conselho de Alimentação Escolar, servir a própria Secretaria de Educação? Além do conflito de interesses, chama a atenção o fato da mesma ser onipresente, ou seja, conseguir participar de todos esses órgãos e ainda estar em sala de aula?

Nenhum comentário: