ELEITOR DE ITABUNA “DEMITIU” 14 VEREADORES POR JUSTA CAUSA

Por justa causa e caiu na enganação do DEM, de que Fernando Gomes estava livre para se eleger. O resultado foi ficar sem saber quem é o prefeito. Mas os vereadores são conhecidos. Sobraram apenas 7 dos atuais. 

Os maiores derrotados para prefeito foram o ex-prefeito Geraldo Simões (PT), que recebeu apenas 8.104 votos e o ex-deputado Davidson Magalhães, com 5.973. O vereador eleito mais votado foi Ninho com 1.883 e o menos votado, Enderson Guincho, que recebeu 669. Entre os que foram rejeitados pelo eleitor estão Loiola (808), Gegeu Filho (630), Rui Machado (601) (esse batia no peito e se dizia eleito porque tem dinheiro), Nadson Monteiro (583), Roberto de Souza (497), Zé Silva (379), Ailson Souza (353), Valter Socorrinho (188) Carmem da Saúde (174) votos. 
      

Humilhação 
Um caso humilhante foi o de Capitão Fábio. Ex-deputado estadual, ex-candidato a prefeito, depois aliado do PT, ele se bandeou para a coligação de Fernando Gomes e saiu candidato a vereador, mas só recebeu 457 votos. A eleição de Itabuna também foi marcada por “perdedores profissionais”, que se candidatam há várias eleições sem nunca chegar perto de uma cadeira na Câmara. É o caso de Ciro Sales (58), Frankvaldo Lima (241), Otoniel (172), Zelito Carrão (202), Denelisio Nobre (576) e Leléu (575). 

Um caso especial nesta turma é o de Pedro Eliodório, que em 2012 concorreu a prefeito pelo PCB e teve 704 votos. Para esta eleição, ele mudou para o PT, concorreu a vereador e só recebeu 10% disso, 70 votos. Outro dado interessante é que, dos 30 menos votados, 19 são mulheres. É o resultado da lei que obriga os partidos a ter 30% de mulheres entre os candidatos. Aprovada por ativistas feministas, a lei ignorou a falta de interesse delas e obriga os partidos a inscrever mães, filhas, cunhadas, empregadas, amigas que não fazem campanha, apenas para cumprir a cota. (A região)

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