ADMINISTRAR UM MUNICÍPIO É BEM MAIS COMPLICADO DO QUE SE PREGA NA CAMPANHA ELEITORAL

Os novos prefeitos marinheiros de primeira viagem ou alguns já conhecidos pelo eleitorado que conseguiram se reeleger devem administrar com menos dinheiro em caixa, a partir de janeiro do ano que vem, conforme previsão do índice provisório de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) divulgado pela Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda).

Por lei, os municípios têm direito a 25% da receita total do ICMS arrecadado pelo governo do Estado.

O país enfrenta uma situação financeira alarmante e mantém aceso o sinal vermelho de que a situação pode piorar. A cada dia mais cortes, mais pronunciamentos e revelações de deixar qualquer cidadão pensativo quanto ao futuro do nosso Brasil.

Se na esfera federal o problema deixa todos apreensivos, imagina para quem precisa administrar uma cidade e depende do Governo Federal para honrar com os compromissos diante de seus munícipes, nos pequenos municípios, onde a arrecadação é significativamente baixa, os problemas na educação, saneamento básico, saúde e infra-instrutora afetam drasticamente. 

Ademais, o próximo prefeito de Itabuna ao entrar para assumir a cidade, tem ciência que enfrentará enormes desafios, principalmente para restaurar Itabuna, que infelizmente, encontra-se estagnada e com dificuldades para alcançar novos desafios no século XXI. Com a responsabilidade de administrar um orçamento de aproximadamente R$ 380 milhões para o ano que vem o próximo gestor, no entanto, terá de iniciar os trabalhos com muita cautela para driblar a crise e frear os gastos se a arrecadação continuar em queda durante 2017.

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