NOTA

Dizer de antemão quem será o vencedor nas eleições de outubro próximo é no mínimo uma grande heresia, senão uma loucura. Porém todos os cidadãos que conheço, já sabem de antemão, e opinam sobre quem será de fato o próximo Chefe do Executivo Municipal, porque simplesmente todos são apaixonados de alguma forma por um nome, grupo ou mesmo partido político.

Para quem quiser fazer uma análise mais fria de antemão, ou mesmo cientificamente para alguns, Itabuna é ainda uma verdadeira incógnita eleitoral em 2016. Quando se fizer a matemática dos fatos infere-se naturalmente em poucos nomes de peso para a batalha eleitoral pelo Palácio Municipal, que em suas órbitas giram os mais diversos grupos políticos, bem como os mais variados projetos de poder no município.

Nessa condição tem o candidato, Fernando Gomes, que conseguiu aglutinar em torno de si vários grupos, lideranças. Para muitos ele é praticamente imbatível, porém para outros que analisam melhor os cenários, eleição não se ganha no grito ou na certeza, mas com muito trabalho eleitoral.

Com esse mesmo brilho das estrelas que não são cadentes, FG tem a qualidade e a condição de líder. Entre os candidatos Fernando lidera uma enxurrada de processos que já são o bastante para qualquer bom entendedor saber qual é mesmo seu projeto, coordenando vários processos que somente os cegos políticos não conseguem enxergar.

Todos sabem muito bem que não existe vencedor de antemão, mas tem aqueles que acham que política é somente feita de paixão. Tem candidatos que podem incomodar em outubro.

Além desses grupos já consolidados na condição de se apresentarem como opção de projetos de poder para Itabuna, existem outros paralelos que vão naturalmente colocando-se na postura da negociação. 

Do mesmo modo, tem os vereadores do município e lideranças que não conseguiram uma vaga na Câmara de Vereadores em 2012, onde alguns no auge da capacidade de influenciar grupos colocam-se sempre como articuladores de processos políticos. Mas é bom lembrar que sozinho vereador nenhum tem a condição de eleger prefeito, pois eles que estão na Casa do Povo, bem como aqueles outros que não conseguiram se eleger, não passaram de cinco ou seis mil votos, considerando poucas exceções.

O embate vai ser bom e é melhor os apaixonados trabalharem, pois na política o maior mistério é não haver mistério algum, pois o maior deles é exatamente o eleitor itabunense. 

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